sexta-feira, 21 de setembro de 2018

O meu nome, em tom diarístico

Imagem in http://www.coxinhanerd.com.br/wp-content/uploads/2013/04/NOMES.jpg [consultado em 21-9-2018}


20 de setembro

Como sabes o meu nome é Inês.
Inês significa pura, casta ou cordeiro. Tem origem no espanhol Inez, uma variação de Agnes, nome que tem origem no grego Hagnes, que quer dizer literalmente pura ou casta. Por Hagnes ter a pronúncia semelhante com Agnus, que quer dizer cordeiro, o nome passou a ficar associado também a este significado.
Eu identifico-me com o meu nome pois as pessoas com o nome Inês tendem a ser sonhadoras, imaginativas, intuitivas, independentes e também se sentem felizes quando o ambiente e as relações que se estabelecem à sua volta são calmas, previsíveis e harmoniosas.
Eu não me interesso por ter outro nome, mas se tivesse que escolher um, seria Beatriz pois era esse o nome que os meus pais me iriam pôr inicialmente, só não o fizeram porque o nome tem diminutivos e eles não queriam que me chamassem de ''Bia'', então mudaram-me o nome para Inês, porque gostavam e já era a sua segunda opção.
Em suma, adoro o meu nome e não o mudaria por nada!

Inês Custódio, 8.º B




20 de setembro de 2018

Querido Diário

Chamo-me Vitória Isabel. Tenho este nome devido a uma grande conquista da minha mãe.
A história começa na primeira gravidez dela, na qual, infelizmente, perdeu o bebé às 40 semanas, mas a vontade de ter uma filha era maior do que o desgosto da perda anterior. Pela segunda vez, voltou a correr mal também, com um aborto espontâneo e nem assim ela desistiu!
Logo de seguida ao aborto, com imensa tristeza, uma tia da minha mãe, chamada ''Isabel'', conversou muito com ela, dando-lhe apoio emocional e encorajando-a a fazer uma nova tentativa. Ao fim de alguns meses, sem nunca perder a esperança, então veio a tão esperada notícia de que estava grávida novamente.
Devido ao histórico ginecológico foi detetada uma gravidez de alto risco, mas o seu desejo de ser mãe continuava sendo maior, e desta vez com força extra, pois na primeira ecografia viu que era uma menina, para a sua alegria ficar completa.
Foi uma gravidez muito complicada, pois a minha mãe tem tensão alta, durante as gravidezes, tinha que ir ao hospital uma vez por semana para controlar, sem contar que gerou uma pré-eclâmpsia, danificando por completo a sua placenta.
Com todos esses obstáculos, dos quais o medo acabou por ser o maior, conseguiu levar a gravidez até às 35 semanas, pois a obstetra achou melhor não arriscar até às 40 semanas.
Assim, ao fim de 30 semanas, a minha mãe teve que ficar internada, conseguindo então assegurar-me até às 35 semanas.
Finalmente vim ao mundo a 19 de dezembro de 2003, com 3.070kg, 48cm e com saúde, graças a Deus!, sem necessidade sequer de ter de ficar na incubadora. Ao fim de 5 dias, pois foi uma cesariana, fui passar o Natal em casa.
E é por isto que o meu nome é Vitória Isabel.

Vitória, 8.º B

Quarta-feira, 19 setembro de 2018

Chamo-me Joana, um nome bastante comum, e hoje tive curiosidade e fui pesquisar o seu significado.
Descobri que o meu nome é de origem hebraica e latina; é a variante feminina de João.
Tem um significado, do meu ponto de vista, religioso, “ Deus é cheio de graça”.
Verifiquei que o meu nome foi muito adotado entre a década de 40 e 50.
Na realidade não gosto do meu nome (Joana), mas identifico-me com as suas características: gosto de ajudar os outros, sou meiga e sociável.
Isto para dizer que preferia mil vezes ser uma Rita.
Como não é possível neste momento, vou ter que viver com ele durante muito tempo.
No outro dia, questionei o meu pai sobre o meu nome pois não há ninguém da família com essa identificação.
Descobri que me deram este nome pelo simples motivo de ter aparecido uma joaninha no quarto onde a minha mãe estava “instalada” quando nasci...
Ao ouvir isto, fiquei em estado de choque, porque queria que essa joaninha nunca tivesse aparecido, pois talvez agora fosse uma “Rita”.

Joana Dias, 8.º B


quarta-feira, 19 de setembro de 2018

A escola, pelos alunos

In https://virgiliotavoracrato.files.wordpress.com/2012/05/sobre-a-escola.jpg [cons. em 19-9-2018]


A escola é o local indicado para aprender. No nosso pais, é obrigatório o ensino até ao 12.° ano.
Na minha, existe conforto e bom ambiente.
O diretor, em conversas connosco, realça sempre a importância de nos sentirmos bem, confortáveis e felizes, porque se estivermos numa escola com condições, estamos mais atentos nas aulas e isso leva a melhores resultados, mas, como dizia Paulo Freire (filósofo e educador brasileiro), "importante na escola não é só estudar, é também criar laços de amizade e convivência" (in hpps://citacoes.in).


Alexandre Santos, 8°A .


A escola é uma das melhores coisas que temos na nossa vida, mas também, por vezes, torna-se a pior.
Muitos alunos quando se fala em escola imaginam logo T.P.C. , testes, professores aborrecidos e outras coisas, contudo há muito além disso, por exemplo, podemos formar novas amizades.
Todos os dias vamos evoluindo aos poucos e poucos.
Basicamente, é o local onde passamos a maior parte do nosso tempo.
Muita gente não gosta da escola, há quem se julgue mau aluno, contudo, como disse Albert Einstein :" Todos somos génios. Mas, se você julgar um peixe pela sua capacidade de subir uma árvore, ele vai passar a vida toda acreditando que é burro" ( in https://www.wikipedia.org/). Todos somos bons em alguma coisa!
Em resumo, acho que a escola é uma das melhores passagens da nossa vida.

José Pinheiro, 8.º A

Atualmente, a escola tem um papel fundamental na vida das crianças, é importante para a sua formação enquanto adultos , a nível pessoal, para obter conhecimento, bem como a nível social.
É a base de qualquer formação, daí a sua importância nas sociedades do mundo.
Em Portugal, felizmente, foi adotada a obrigatoriedade de estudar até aos 18 anos, assim evitando o abandono escolar. Desta forma, obriga-se as escolas a criarem novos objetivos, novas condições que motivem os alunos a quererem um futuro melhor, contribuindo para a sua futura educação.
"Importante na escola não é só estudar,é também criar laços de amizade”, segundo Paulo Freire (in https://citacoes.in).

Ana Gomes, 8.º A


A escola é um local que serve para aprender novas coisas, mas também para aprendermos a respeitar os outros e a convivermos em sociedade.
As coisas de que mais gosto são estar com os meus colegas e aprender, mas não gosto tanto da parte de ter de acordar cedo, enfim!
Para mim, a escola é importante, pois é onde aprendemos a ler e a escrever, bem como a conhecer o mundo e a respeitarmos o ser humano.
Não nos podemos esquecer de que o "Importante na escola não é só estudar, é também criar laços de amizade e convivência", de acordo com Paulo Freire (in https://citacoes.in/citacoes/de/escola).

Leonor Ramalho, 8.º A


Na escola aprendemos muitas coisas novas de várias disciplinas que são importantes para o nosso futuro.
Também temos desporto, que é bom para a nossa saúde e é tão essencial quanto as outras disciplinas.
Há coisas de que não gosto tanto, como ter de acordar cedo, o que faz com que vá mais cansada para as aulas.
" Educação é aquilo fica depois de esquecer tudo o que se aprendeu na escola", disse Albert Einstein, (in https://citacoes.in/citacoes-de-escola).
A escola não serve só para estudar, serve também para estar com os amigos e conhecer novas pessoas.


Inês Ramalho, 8.º A

sábado, 13 de janeiro de 2018

O que é...uma avó???


“Uma avó é um dar enorme. É um dar valor.
É um ser enorme, sempre pronto a socorrer, sem nada a receber e sem nada a exigir.”
Diana Reis, 7.ºD


Créditos da imagem:
https://www.researchgate.net/profile/Anne_Carolina_Ramos2/publication/276373664/figure/fig8/AS:391741581611015@1470409879683/Figura-8-Vovo-e-o-genio-a-avo-na-cozinha.png

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Crónicas



Os alunos do 9.º E empenharam-se na escrita das crónicas, a propósito do vídeo "O sorriso que parou S. Paulo".

O resultado foram boas reflexões, a mostrarem-nos que, afinal, as palavras ainda têm importância. E os sorrisos também!

Imagem in http://www.loskatchorros.com.br/ipb/index.php?/topic/131736-dia-do-sorriso/ [consultado em 2.outubro.2017]


"Um sorriso diferente
Pensei que fosse uma manhã como todas as outras em que me levanto, despacho-me e vou para o carro, rumo a mais um dia de trabalho. No caminho, o sinal de trânsito mudou, deixando-me com os olhos sonolentos observando aquela luz vermelha a brilhar, fazendo todos os carros pararem. Liguei o rádio para me sentir menos só. Começou a falar um locutor sobre um desafio que consistia em sorrir para o condutor do carro ao lado, que nos iria sorrir de volta se também estivesse a ouvir a rádio. Nesse momento pensei que me iam achar maluco, mas lá olhei para o lado esquerdo e sorri para aquela senhora que trocou o olhar cansado por um amoroso sorriso. Olho em redor e não paro de sorrir, recebo também muitos sorrisos de volta. Isto acabou de fazer o meu dia!
Foi uma maneira de unir as pessoas e estabelecer algum contacto entre elas, criando intimidade e cumplicidade. Isto fez com que as pessoas deixassem de guardar o seu sorriso só para elas mesmo. Como se acabassem, naquele momento, toda a impessoalidade nas relações humanas, todo o silêncio.
Estes sorrisos mostraram a importância de um pequeno gesto. Um gesto tão silencioso, que num ápice, se transformou num turbilhão de emoções.
Sorrisos podem transformar dias cinzentos em dias cheios de cores! Todos juntos fazemos a diferença e apenas um sorriso pode mudar o dia de uma pessoa e a maneira como vemos as coisas."

Diogo Santos e Pedro Marques


"Nem tudo está perdido
Numa manhã que parecia normal como as outras, ao entrarmos no carro para mais um dia de trabalho, como habitual, ligámos o rádio e, entre as músicas do costume, o locutor sugeriu que todos os que estavam a ouvi-lo, naquela manhã, olhassem para o condutor do lado e sorrissem, e, em instantes, um mar de sorrisos surgiu. Sorrisos esses que não eram forçados, mas sim espontâneos e contagiantes como um vírus que afetava todos aqueles que ali estavam, dos mais novos aos mais velhos e dos mais envergonhados aos mais ousados…
Esta situação fez-me pensar o quão sufocados nós estamos com os problemas do quotidiano. Acabamos por perder a noção do que nos rodeia, já pouco ou nada falamos. Sem termos noção, fomos perdendo a nossa capacidade de comunicação. A que ponto chegámos?
Porém, para minha alegria, sei que não está tudo perdido, com um pequeno gesto, simples, simpático, somos capazes de voltar a sorrir, esquecer os problemas, e, por momentos, sentimos saudades de como éramos em crianças, altura essa em que não havia diferenças, nem desigualdades, mas sim amizade, contacto, comunicação.
Eu tenho esperança, pois sei que nem tudo está perdido."

Joana Ferreira e Joana Zorrinho, 9.º E


quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Slogan para Ler Mais



Entre várias propostas criativas para um slogan, destacámos:


"Cada livro por ler é um amigo por conhecer!"-Ana, 7.º B;

"Lê um pouco mais e impressiona os teus pais!"-Diogo, 7.º C;

"Leitura, o passaporte para viajar!" - Carolina, 7.º D.


Parabéns aos selecionados!

domingo, 4 de junho de 2017

Criança

Criança é ser ingénuo,
não ter preocupações.

Criança é ser alguém meritório de atenção,
companhia e afeto.

Criança é algo
que nos acompanha para a vida.

Criança é um ser livre,
ou deveria ser.

Criança é felicidade
e alegria.

Por isso não te esqueças,
de que és uma criança e
precisas de tempo e alegria.

Descobre a criança que há em ti
e irás aproveitar mais a vida.

Íris Ribeiro N.º:16 8.ºC

Imagem:
In https://musicaecriancas.files.wordpress.com/2011/06/magczlam3z2kj93qtabj.jpg [consultado em 4-6-2017]

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Amigo imaginário


Quero-te de volta

Amanheceu como nos outros dias de dois mil em diante, aqui na casa da Clementina
Carolina, ou como eu lhe chamo, mãe. Preparava-me para mais uma descida ao inferno,
não por vontade própria, mas por obrigação. Vesti a camisola azul abrilhantada e as calças
de ganga novas dadas pela tia que vem cá de nunca em quando, se é que me faço
entender. Atei os ténis, peguei nas chaves para dar à mãe e desci as escadas para tomar o
pequeno-almoço em menos de um minuto, que, igualmente aos outros dias, acabou por
demorar mais de cinco minutos! A minha mãe começou a gritar:
- Zélia Maria, já não apanhas o autocarro outra vez! Agora tenho de te levar lá!
Achas isto bem!?!?
Os meus ouvidos entupiram, as minhas pernas bloquearam.
- Não quero ir, ponto final e não há parágrafo!
Simplesmente não gostava da escola... Não era pelos professores, não era pelas
instalações... era por aquilo que os meus colegas pensavam de mim!
Bem, de qualquer maneira tinha que me dirigir aos aposentos da professora Camélia
Abélia.
Já mais despertada, entrei no carro da mãe e fomos a “correr” para a escola.
Quando dei conta, o DB não estava na mala! Mas... eu pensava que o tinha colocado
lá ontem! Ou será que não? Ah, já sei... Deve ter ficado na almofada! Não acredito! Ontem
estive até às dez a falar com ele, e depois esqueci-me de o guardar... Tinha de voltar para
trás!... Não aguentava um dia com ele longe de mim!
Peço desculpa, esqueci-me completamente de apresentá-lo: o DB é o meu melhor
amigo, mas não achem estranho... ele é um dicionário mais inglês que português, no
entanto percebe os dois. Se o conhecerem bem, vão ver que ele até é muito simpático!
Voltando ao carro:
- Mãe, tenho de voltar a casa! Esqueci-me do DB!
- Nem penses, Zélia! Já estou a caminho e agora nem sequer vou olhar para trás!
- Ai é!? Então vou suster a respiração até mudares de ideias...!
- Não faças isso! Arghh, está bem... depois eu peço ao teu pai para to trazer à
escola...
Soltei um suspiro interminável. Já estava MUITO mais descansada...
Cheguei à escola. Dirigi-me para a minha sala e, claramente, via-se que estava
atrasada... muitíssimo atrasada... Estava tudo a olhar para mim. Entrei e sentei-me no meu
lugar. Era demasiada pressão para mim... a transpiração escorria por todos os lados... Mas,
naquele preciso momento, consegui ouvir ao longe o DB:
- Relax, just relax!
Fiz o que ele disse e abri a lição. Já o sentia perto, bem perto.
Daí a uns minutos apareceu a D. Ana, voz de cana, com o DB na mão. Pegava-lhe de
uma forma que lhe fazia doer a lombada, mas, naquele momento, só o queria reaver e
nunca mais o largar! Ele estendia-me as folhas e eu estendia-lhe os braços... Parecia
mesmo o filme do Shreck e da Fiona.
- Are you ok, my little DB?- disse-lhe eu com as lágrimas nos olhos.
- Yeah, I'm fine. Nãao te preocupes comigo!
- Os meninos não param de olhar. What should I do?
- Ignora-os. Se eles não querem ser teus amigos, não ligues ao que dizem ou
fazem. Eles não sabem what they lose!
- Thank you, DB!
- Welcome!
Devemos ter falado muito alto... os meus colegas começaram-se a rir e a segredar
entre eles, olhando para nós, mas, como o DB disse, “ignora-os”.

Liliana Nunes

Imagem in
http://asingularvidadebrunoaramaki.blogspot.pt/2011/01/amigos-imaginarios.html [consultado em 29-12-2016]